julho 11, 2013

Contribuinte tem acesso eletrônico a dados da declaração do IR

Quem entregou a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2013 pode verificar na Internet o andamento da declaração, no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), no endereço eletrônico: https://cav.receita.fazenda.gov.br/eCAC/publico/login.aspx
O site permite o acompanhamento da declaração classificando  a situação como “Em processamento”, “Processada”, “Em análise”, “Retificada”, “Cancelada” e “Tratamento manual”.
Dessa forma, o contribuinte pode acessar o site para saber, por exemplo, se a declaração tem pendências que podem encaminhá-la para a malha fina. Nesse caso, é possível enviar uma declaração retificadora, em que eventuais problemas da declaração original sejam resolvidos. Mas é preciso agir rápido: quanto antes for feita correção mais rápida será liberada a restituição.
O contribuinte com imposto a pagar pode verificar também no site se as quotas estão sendo quitadas nos prazos acertados. Se for o caso, pode também pedir, mudar ou cancelar o pagamento das quotas por débito automático, além de ter a possibilidade de identificar e parcelar débitos em atraso.

Para ter acesso a essas informações o contribuinte deve, ao acessar o site, informar seu CPF, código de acesso (gerado no próprio site) e senha. É necessário também ter em mãos os recibos de entrega da declaração dos dois últimos anos.

julho 02, 2013

Investidor de poupança espera pela nova Selic

Quem tem dinheiro aplicado na poupança está na expectativa em relação à próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que anunciará o novo nível da taxa Selic, no dia 10 de julho. Esses investidores estão na expectativa para verificar se os membros do Copom cumprirão a previsão da maioria dos analistas, de nova elevação da taxa básica, desta vez para 8,5% ao ano.

Se confirmada essa alta, os investidores em poupança vão comemorar. Pelas regras de remuneração dessas aplicações que foram adotadas em 2012, quando a taxa chega a 8,5% o rendimento das cadernetas vai a 6,17% ao ano, mais a variação da TR (Taxa de Referência). Até a mudança da lei, essa era a remuneração da poupança independentemente do nível da taxa Selic.


Com a Selic em vigor até 10 de julho, de 8% ao ano, a poupança rende 0,4551% ao  mês, ou 5,60% ao ano, mais TR. Pela regra, quando a taxa básica está abaixo de 8,5% as cadernetas são remuneradas por um porcentual equivalente a 70% da Selic, acrescido de TR.

junho 27, 2013

pgbl e vgbl: os prós e contras

As duas alternativas mais procuradas quando se trata de previdência privada têm siglas parecidas (PGBL e VGBL), mas diferenças importantes que devem ser levadas em conta por quem sonha com uma aposentadoria mais tranquila.

Nos dois casos, o investidor acumula recursos por um prazo determinado. O dinheiro é investido por uma seguradora e ao final do período o total pode ser resgatado de uma só vez ou, se o aplicador preferir, é possível receber uma quantia mensalmente.

Quem optar pelo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) pode ter vantagem fiscal.  Nesse caso é possível abater o valor investido na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda, até o limite de 12% do rendimento bruto anual. Dessa forma, existe a possibilidade de reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar a restituição do IR. Mas é importante lembrar: o investimento no PGBL só pode ser deduzido na declaração do IR no formulário completo.

O VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é vantajoso no momento do resgate. Nesse tipo de plano, o imposto incide apenas sobre os rendimentos e não sobre o valor acumulado (como acontece no PGBL). É mais recomendado para quem quer diversificar investimentos ou para quem planeja aplicar mais de 12% da renda bruta em previdência, já que a tributação se aplica apenas sobre o ganho de capital.


Ter PGBL não impede que se tenha também VGBL, ou mais de um de cada. O mais importante é que o investidor encare essa alternativa como um plano para complementar sua aposentadoria e, portanto, que se trata de aplicação de longo prazo.

junho 19, 2013

Os ganhos do investidor com o Fundo Garantidor até R$ 250 mil

O investidor ganhou uma garantia extra, que reduz o risco de suas aplicações: o governo decidiu aumentar o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), de R$ 70 mil para R$ 250 mil. Assim, o investidor fica mais protegido nas aplicações e depósitos até esse valor, no caso de a instituição financeira ser liquidada.

O FGC garante um amplo leque de depósitos e investimentos, incluindo depósitos à vista e a prazo (CDB e RDB), CDIs, letras de câmbio, imobiliárias, hipotecárias, de crédito imobiliário (LCI) e a partir de agora também as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio).

Com essa garantia maior, os investidores pessoa física que preferem o risco mais baixo poderão optar por novas aplicações e assim diversificar seu portfólio.

Além disso, o investidor que optar por renda fixa pode conseguir maior rentabilidade  sem correr mais riscos, já que o FGC banca perdas potenciais de aplicações até R$ 250 mil. No caso das LCAs e das LCIs existe também a isenção de Imposto de Renda para as pessoas físicas.


Para os credores, a elevação do FGC também pode ser benéfica. Se for confirmada a tendência de maior procura pelas aplicações cobertas até R$ 250 mil pelo Fundo, aumentará o volume de recursos captados pelas instituições financeiras que, assim, terão mais dinheiro em caixa para fazer empréstimos.

junho 17, 2013

Dólar em alta requer atenção

Quem vai viajar para o exterior deve ficar atento: o dólar está em alta e a tendência é que continue em patamar elevado nos próximos meses. Essa elevação certamente atrapalha os planos dos turistas, mas existem alternativas que podem aliviar o impacto da alta da moeda norte-americana.
Em primeiro lugar, ele deve ter em mente que é importante comprar dólar ao longo do tempo que antecede a vantagem (de preferência, nos meses anteriores). Dessa forma, o consumidor gastará menos, em média, do que se fizer a aquisição de uma só vez, pouco antes da viagem, quando a cotação deverá estar mais alta.
Também é necessário levar em conta que comprar dólar em espécie não é recomendável, por uma questão de segurança e praticidade. É melhor optar pelos cartões (pré-pagos, de débito e de crédito), mas nesses casos a atenção deve ser redobrada para pontos que fazem a diferença, como a cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que incide nas transações com os “plásticos”.
Nos cartões pré-pagos e de débito internacional, o IOF é de 0,38%, bem abaixo dos 6,38% cobrados nas transações com cartões de crédito. Existem outras diferenças que devem ser levadas em conta. Nos pré-pagos, o cartão é carregado pela cotação do dólar turismo do dia em que se faz a compra da moeda.
Já no cartão de débito internacional o câmbio é calculado no dia em que a transação é realizada (no dia da compra de um produto ou serviço, por exemplo), também pelo dólar turismo. É possível fazer saques com esses cartões no exterior, mas nesses casos paga-se uma taxa, que varia de acordo com o banco.

O cartão de crédito tem o IOF mais alto e o câmbio é calculado no dia do pagamento da fatura, o que é desvantajoso quando o dólar está em alta. Oferece como atrativos a milhagem, que pode ser usada para aquisição de passagens aéreas, por exemplo, e também o seguro-viagem.

agosto 13, 2012

Usados e seminovos em alta


Usados e seminovos em alta

Para quem quer comprar um veículo seminovo, esse é o momento.

Graças à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os veículos usados tiveram desvalorização de 10% a 15% no preço, segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).
Os preços caíram porque o Governo reduziu o IPI para carros novos e no varejo o preço do usado tem como referência o valor do veículo novo.

Saiba como comprar um usado:

- Procure se informar sobre a loja com quem está negociando

- Faça o levantamento dos documentos
Pegue o número do Renavam para verificar se o carro tem alguma restrição financeira ou judicial

- Confira a placa e o número do chassi
Certifique-se que o número da placa do carro e do chassi são os mesmos que estão no documento do veículo.

- Consulte o licenciamento e as multas do veículo
Pela internet é possível verificar se o veículo tem multas a pagar e se já foram pagas todas as parcelas do licenciamento. Digite o Renavam no sistema de consulta do Detran de cada estado.

- Exija um documento de garantia de compra
Exija da loja um documento declarando que o carro está licenciado e livre de multas para garantir a procedência do veículo.

- Tenha mais cuidado nos feirões e vendas diretas
Na compra direta com o proprietário ou em feirões, antes de fechar o negócio, levante toda a documentação e redobre os cuidados anteriores.

Não se esqueça de verificar as condições mecânicas do veículo
Leve a um mecânico de confiança para ele verificar o estado de conservação do carro e suas peças, se o veículo já sofreu acidentes e se a quilometragem não foi alterada.


Fonte:  G1

Conta de luz mais barata?


O Governo Federal anunciou que fará cortes nos encargos cobrados pelo serviço de energia elétrica em todo país. Com isso, as contas de luz dos consumidores residenciais podem ficar 10% mais baratas a partir deste mês.
No entanto, antes é preciso que os Estados aceitem a proposta do Governo Federal, de redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços), que é responsável por cerca de 20% do custo da conta. Essa decisão de redução fica a cargo de cada Estado.
Portanto, os consumidores devem ficar atentos à conta de luz a partir deste mês. É muito importante acompanhar essa discussão e saber o quanto de imposto você está pagando. Fique de olho!